Fado a Património Cultural da Humanidade

CMLisboaA apresentação da candidatura do Fado a Património Cultural Imaterial da Humanidade junto da UNESCO foi aprovada por unanimidade na reunião do executivo camarário, de 12 de Maio. O documento prevê sensibilizar os demais órgãos de soberania, bem como outras instituições públicas e privadas, para a importância desta candidatura.

Briefing da Reunião de Câmara Briefing da Reunião de Câmara Briefing da Reunião de Câmara Briefing da Reunião de Câmara

A candidatura, que será agora submetida à aprovação da Assembleia Municipal e posteriormente enviada à organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) até 31 de Agosto, foi desenvolvida pela EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural. O resultado da candidatura será conhecido até Setembro de 2011.

Esta proposta foi subscrita pelo presidente António Costa (PS) e pelos vereadores Pedro Santana Lopes (PSD), Ruben de Carvalho (CDU) e António Carlos Monteiro (CDS-PP).

Considerando que o Fado é um género performativo que integra música e poesia e que é amplamente reconhecido pela cidade de Lisboa como parte significativa da sua herança cultural, o executivo pretende, por isso, salvaguardar este género musical tradicionalmente português. A vereadora da Cultura, Catarina Vaz Pinto, acredita que o Fado “tem condições muito fortes para vir a arrecadar o título de Património Cultural Imaterial da Humanidade”.

Tal como a vereadora da Cultura, também os vereadores Gonçalo Reis (PSD), Ruben de Carvalho (CDU) e António Carlos Monteiro (CDS-PP) se mostraram satisfeitos com a eventual aprovação desta candidatura, tendo o vereador centrista sublinhado que, além da importância cultural, o fado tem igualmente um “peso importante a nível de turismo e financeiro”.

Igualmente aprovado por unanimidade, nesta reunião, foi o voto de pesar pelo falecimento de Frederico Valsassina, que exercia o cargo de presidente do concelho de administração do Colégio Valsassina, fundado em 1898 pelos seus avós. Foi, ainda, proposto à Comissão de Toponímia a atribuição do seu nome a uma rua da cidade de Lisboa.

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